quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Raio Gama(y)
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Despudor
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
INQUIETOS
A casa estava vazia, os pais dela tinham ido passar as férias bem longe, era um alivio, ela odiava os pais. Eles costumavam ficar jogados naquele canto fora da casa e dividir as seringas. Era uma casa de ferragens. Emanavam cheiro de sexo recém feito.
Enrolavam a borracha no antebraço e se aplicavam. Ele soltou por último a seringa no chão. Olhando em seguida o rosto dela extasiado. Era o único momento que eles estavam livres de tudo, dos problemas, da vida dura, do trabalho e dos estudos que não pediram, das pessoas enchendo o saco. Era o nada naquele momento, era o vazio.
As portas começaram a bater sem parar, algo louco estava acontecendo. O telhado desfazia-se, as paredes sumiam do nada. Um grito, um grito ardente, agudo, urgente. Ai minha garganta. Ei ei ei, acorde. Está tendo uma tempestade, vamos fechar a casa. Olhe para mim. Olhe, olhe, enxergue. Puta que pariu me enxergue. Gritou. Vamos fechar a casa ande. Ignorou pegando-a pela mão e a direcionando pela casa.
Os gritos soavam baixos e iam aumentando, onda do som ate me estremecer "Acorde, acorde" "Estou enxergando. Diabos! O que está havendo?!" Eles se levantaram alucinados em perfeita bagunça ambulante. Ainda sem algumas peças de roupa, e nem importava se estava ou não. O que importa? Perambulavam abaixo da Lua Cheia e o céu incrivelmente sem estrelas, apesar da noite bonita. Mas tudo estava ficando quente, a lua avermelhada. Ele apontou "Olhe"
Num segundo tudo parou. Silêncio, muito silêncio. Os olhos, os olhos. Ele pensava enxergar. Oh tristeza. Tudo bem. Não o culparei. Abafarei meu grito. Tudo gira. Sente o vento, o cheiro. Abro os olhos. "Olhe". Estou olhando. Sorri, algumas lágrimas caem. Ela o abraça, ela o agarra; ela o arranha lhe morde os lábios. Ela o chama de meu e diz "Agora seremos prisioneiros da lua". Sim, seremos. Somos. E lá estava ela a contemplar a lua, por não se sabe quanto tempo.
O que é feito da arte de compreender e não compreender e fingir compreender?Que se dane o mundo. Eles se tinham à beijos e mordidas. Ele parou de repente sacundindo-a, chamou seu nome várias vezes "Meteoro" "Não pode ser lua" "Er.. contempladores.Somos". Perfeição é perfeição, é. Qual o limite da insanidade?
Meteoro. Sim, um meteoro, algo que vem e lhe destrói, lhe acaba, lhe mata. Mas continua sendo lindo, um milagre. Milagre? Milagres não existem. Estou louca. Limite? O que são? Eu não me imponho muitos. O único limite que temos agora é o infinito. Vamos aproveitar. Transar e beber até o dia raiar. Até o mês que vem. Vamos do início ao fim sem passar pelo meio, o fazendo de um novo início. Corre. Por que estamos correndo? Meteoro. Risos de desespero e angustia. Tropeçamos. Voltamos a nos comer. Que se foda, vamos foder. Eu te amo.
Ele ouvia a voz dela em desespero, em felicidade, sensualidade. "lindo" - ela dizia. "Milagre". Não, não existem. O efeito acabaria em alguns instantes, horas? Quem dera se pudesse continuar permanente. Mas não teria problema a gente faria de novo... Até o mês que vem.Cortaremos então. Cortaremos o meio. O chato. A embromação. O casalzinho brigando no meio da novela para ficar junto ao final. Estávamos esparramados ao chão. Que limites? Não vemos nenhum. Aliás, não via nada. Ela via?. Ele sentia, se sentia todo dentro dela. E ouvia novos gritos.
Oh por favor, de onde tirou isso? Do tesão. Sim, tesão. Aquele corpo colado ao dela, os olhos perdidos no mesmo mundo onde os dela se encontravam. As bocas em perfeita sinfonia. As respirações alteradas. Os punhos cerrados. Ele dentro dela. Que tesão. Que perfeição. Por Deus, eu não quero que isso acabe nunca. Eu quero para sempre esse terno bailar frenético de início e fim, sem meio algum. Eu quero para sempre essa eternidade de incompreensões perfeitas. Eu quero para sempre esse meteoro!
Força, força sem esperar, não mais, está perto, perto de novo. Explodimos. Foi então que começava a chover. Eles confundiram com neve. Agora estavam deitados de barriga pra cima comendo neve, era o termo que usaram, enquanto abriam a boca e deixavam a água entrar até tossir. E riam..
By: Mistério & Loucura
Almost sex
As garras da felina me arranharam e deixaram marcas por todo corpo. Bom era ouvir o efeito sonoro que saia de sua boca enquanto ela me marcava por inteiro.
Ver-me sedento por sexo a deixava mais excitada. A brutalidade e o sarcasmo presente. Ela está longe de ser uma menina
“Mulher você está brincando com fogo”
Ela dizia que tinha sede, que beberia um rio.
Sua maestria não a deixaria para trás
E eu faria amor com ela a noite inteira se a porra da internet não tivesse caído pra nunca mais voltar.
Menneskedyr
Fui jogado em cima dos espinhos, era um jeito de pagar
“-Você deve pagar” Gritou o malfeitor
Mordia meu próprio braço para passar a raiva, por isso as várias dentadas pela pele
Eu não me daria por vencido tão fácil assim
“-Bem vindo filho da puta pagão, cansou de brincar de Deus?”
Me contorci, rastejando até chegar o outro lado. A criança parada de pé me olhava com lágrimas nos olhos, ela tinha os pés machucados, mas não parecia sentir dor.
“-Venha até aqui, criança, me ajude a lembrar”
“-Aqui não é comum misturar trabalho a brincadeira. Aqui você não pode se arrepender. Porque não tem mais chance. Eu não posso te ajudar a descer.” O menino correu.
Você não pode acreditar em tudo que vê
Não pode crer em tudo que lê
Não, eu não quero mudar. Se for pra queimar no inferno, irei queimar.
E se for para ter espinho nas cravado nas costas, terei também.
Pessoas dizem que enxergam meu coração e podem senti-lo.
Eu tenho vários.
Não há nenhum mal, apenas aquilo que você cria, o que você alimenta.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Lágri-doce
Assim como todo seriado tem um fim
Faltava graça, faltava borracha.
Sobrava espaço, sobrava riscos
Nós não podiamos ficar de pé
-Amor, se segure no corrimão e desça com calma
Ela foi rezando e eu fiquei olhando.
-Não segure com tanta força dos cacos de vidro na mão
Eu ouvia sua voz baixinha enquanto descia delicada
Segurei-me na parede voltando pro quarto
Conta pro rosto, pro acaso, que o destino nosso tava falho
Corta os laços, chora as lágrimas, deixa poeira abaixar
Sentirei tua falta, Shyning e teu jeito, ponto final
Seu andar sexy, virada de costas e seu Tchauzinho por cima do ombro
Quantas luas, quantas estrelas, dias e noites, 365 dias
Era ponto de começo, recomeço, vida, dia
Abadia...abadia.
Beijo e ausência, travesseiro.
É arrepio, sem noção, lembranças amarguradas
Colchão e rasgos. Eu costumava te invadir
Chão, fungos... Adormeça. Boa noite
-Como você está agora?
Sobredose
-Você está pronta?
-Não sei...
-O que está faltando?
-Coragem...?
-Você sempre foi tão corajosa
-Nem sempre somos tudo que costumamos ser
-Eu preciso que você faça
-Eu sei que é preciso, mas não sei quero
-Por quê?
-Porque é difícil matar alguém que ama
-É só puxar o gatilho, você já teve essa vontade antes
-Vontade não é a mesma coisa de estar prestes a fazer
-Então por que pegou a arma?
-Porque eu não agüento mais
-Acabe logo com isso
-Cala a sua boca, é menos doloroso sem ouvir tua voz
-Não chora
-Odeio quando me pede isso
-Você está chorando
-O que importa?Você nunca ligou
-Mentira
-Dissimulado!
-Eu não tenho nada a fazer, não vou lutar contra você
-Você quer isso ?
-Não deve ser tão ruim, a dor de uma vez
-Depende de como eu vou fazer
-Teria coragem?
-Eu sempre fui tão corajosa
-Mas nem sempre somos tudo que costumamos ser
-Odeio quando você faz isso
-Dissimulados, diria eu.
-Eu te odeio
-Não, não odeia
Levantei e peguei a arma da mão dela. Ela chorava e me abraçou. Fizemos amor, ela me olhava daquele jeito perdido, não era mais ela, estava bem longe, mas gemia incontrolável quase dentro da minha boca. Eu não estava dormindo ainda, quando ela repetiu umas sete vezes “eu te amo” sussurrando no meu ouvido.
Na manhã seguinte ela não estava na cama. A encontrei no banheiro deitada no chão gelado, com vidros de remédios jogados no chão, uma seringa e a borracha prendendo a circulação forçando a veia do braço. Estava sem pulso. Estava morta
domingo, 25 de dezembro de 2011
Seita ao íntimo
Abaixei-me tocando o chão com meus joelhos, era minha perda, tudo que me envergonhava, a falta de luta. Chorei.. Por amor, pela falta, pelo rosto dela na memória. Chorei por estar sentindo tudo de novo, pelo pecado que havia cometido anos atrás. Chorei pela minha falha tentativa de ser Deus.
Apertei o cetim nas mãos, amassando as roupas que sem querer serviram de lenço para lágrimas comuns. Como se fossem comuns, como na época em que eu era humano.
Eu tirei sua vida, não poderia trazê-la de volta, nem poderia ir ao seu encontro. Estou preso nessa minha vida para todo sempre e até para o sol me tornei invencível. Só de pensar que antes eu desejava isso, a eternidade. Mas isso não é uma boa escolha para quem não é aliado ao tédio, para quem vive em solidão.
A roupa amassada escapou entre meus dedos. Quando segurava aquele vestido azul celeste, sinto-a tão leve de como costumava ser. Faz-me bem imaginá-la naquele pedaço de roupa que fora rasgado acidentalmente no dia de sua morte. Faz bem para praticar minhas memórias e não deixá-la morrer. Ah como eu a amo e agora digo com vontade da alma, isso ninguém pode tirar de mim... Deuses, anjos, demônios, ladrões, cretinos, babacas. Nada mais importa ... Quando não consigo sossegar minha mente, esquecer e compreender. Lamentar já não posso mais, me desatino a chorar minhas lágrimas de crocodilo como tu mesmo me dizias.

Você nunca me entenderia e ainda não me entende, eu sei, porque sinto tua alma inquieta me rodear. Uma vez me disseram que conhecer a morte era compreender a vida. Teve de ser assim. Maldito é teu rosto que em sangue provei com cada parte do teu corpo. Maldito porque continuou me olhando, delirante. Ainda tem dúvidas de que isso é amor?
Então é assim que parto desta casa e queimo todas as suas roupas, substituindo por fumaça todo esse perfume. É assim que te deixo mais uma vez. Agora com meu próprio sangue escrevo no chão o que escrevi expelindo teu sangue no teu corpo aos gritos.
Je t'aime
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Real Life
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Rastejando
Ela se rastejava para chegar no ponto luz para ganhar uma certa energia. Tentava se mover ao máximo que conseguia, não podia levantar. Ela precisava se mexer e não ouvir as risadas zombeteiras, aquela ironia imbecil que ele insistia em fazer. Ela queria gritar, mas não tinha forças.
"Veja, voce não é suficiente". Dizia uma outra voz na cabeça dela, que não era a dele, mas se tornava a dele. Vagarosamente ela conseguiu por o braço a frente e puxar o corpo junto, ao olhar para sua mão viu o sangue, ela passou a tremer. "Patética", ele dizia na cabeça dela. Mas as verdadeiras palavras: "Sinto muito, eu não queria". Do que adianta ele não ter tido a intenção se fez? Ela soluçava e se engastava na própria saliva, cuspia sangue de tanto socar o estomâgo, ainda queria a dor mais pervessa. A voz insistia , maltratando-a:"Não era isso que você queria, até não conseguir mais gritar". "NÃO!" Ela gritava, eu não quero mais e então se rendeu. Toda vida procurando pela dor, mas não aguentou quando veio a tona. "Eu não quero mais senti dor"
"Eu quero ser feliz" "Me liberte"
Ela deixou de se rastejar para trás e decidiu ir a frente até a luz..
E tudo tinha sumido. As risadas, a zombeteria, os pedidos de desculpas e explicações que ela não aguentava mais ouvir. Estava silêncio, mas ela já estava sentindo falta do rosto, dos olhos perdidos como os seus. Vazio deixou .. vazio se tornou, ela precisa se abastecer.
Exalar amor, Inalar ódio
Não posso me tornar imutavél
Você pensou que minha força não acabava
e saia esfolando-me em carne viva
Tens ainda toda beleza que me demoliu
Tenho ainda os olhos em você
Mas eu não posso sentir mas nada
Por que sem nada voce me deixou.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
o que faço da vida?
Faço da vida fantasiando o que ela é, fazendo risos desmontando tédio.
sábado, 17 de dezembro de 2011
'Outono infantil'
Quando a veria seu rosto de outono novamente? Quando beijaria seus lábios como ontem?
Eu sou um garoto mudando para próxima fase. Até ontem estava colecionando carrinhos e ela esnobava todos eles. Ela gostava era de contar histórias, contava sobre terceiros até achar as nossas próprias.
Nesse momento estou assistindo uma delas.
Pássaro sonhador contador das histórias mais bonitas e “infantis”
Nosso tempo de juventude apenas começando
Meu amor minha flor minha menina
Tanto que eu queria o teu amor
Vem me trazer calor, fervor, fervura
Me vestir do terno da ternura
Sexo também é bom negócio
O melhor da vida é isso e ócio
Isso e ócio
Minha cara, minha Carolina
A saudade ainda vai bater no teto
Até um canalha precisa de afeto
Dor não cura com penicilina
Meu amor minha flor minha menina
Tanto que eu queria o teu amor
Tanto amor em mim como um quebranto
Tanto amor em mim, em ti nem tanto
Minha cora minha coralina
mais que um goiás de amor carrego
destino de violeiro cego
Há mais solidão no aeroporto
Que num quarto de hotel barato
Antes o atrito que o contrato
Telefone não basta ao desejo
O que mais invejo é o que não vejo
O céu é azul, o mar também
Se bem que o mar as vezes muda,
Não suporto livros de auto-ajuda
Vem me ajudar, me dá seu bem
Meu amor minha flor minha menina
Tanto que eu queria o teu amor
Tanto amor em mim como um quebranto
Tanto amor em mim, em ti nem tanto
(Zeca Baleiro)
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
"Apague a luz e saiba que te amo"
Não, eles não entendem, ninguém entende.
Estou cansado de me lembrar de você. Cansado de achar que sinto, ou será que sinto?
Permaneço imovel, porem batendo. Tudo é maior na cabeça da gente.
Mãe, estou tentando ser forte, tentando não matar, tentando não ficar doente. Acho que não me conheço tão bem assim, além dos meus remédios. O que será justo? Quem fica junto pra sempre? Quem não se machuca ?
Alguém me acha aqui enquanto estou escondido atrás do barril no quintal. Isso foi um pedido e eu confesso que vim pra cá pra ver quem dava falta.
Tive vergonha de confessar quando senti a mão pesada na cara. Tão infantil...
Tentava levar a dor pra longe trazendo pra mais perto. Abrindo uma ferida você esquece as de dentro, mas a dor sempre foi maior na minha cabeça..
Apenas me deixa largado em qualquer canto, mas não deixe as portas abertas
"Apague a luz e saiba que te amo"
Melancolia
Falar o que ?
Eu to enjoado desse vinho, por isso joguei longe
Não me importo com a taça, tem muitas dela lá na cozinha
Eu cato depois a sujeira, só quero ficar aqui sem fazer nada
Ouvindo essas musicas que me forçam a escrever
Melancolia
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
APRENDI
Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.
Que posso usar o meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.(w.s)
"Fizeram a gente acreditar"
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade.
Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava.
Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.
Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.
Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.
Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar
(jOHN lENNON)
Minha garota [SIXXX]
"Eu tenho tanto mel
Que as abelhas me invejam
Eu tenho uma canção mais doce
Do que os pássaros nas árvores
Bem, eu acho que você vai dizer
O que pode me fazer sentir assim
Minha garota
Falar sobre minha garota
Minha garota"
Esse é o momento que eu te olho indignado e digo soltando o ar acumulado do peito " Oh, fucking hell, you've can only have come from heaven". Quem sabe, aquela pedrinha que eu joguei no lago funcionou. E veio você. O meu desejo.
Você me faz sentir vivo
me faz sentir eu mesmo, nós dois.
(not a good angel, sssss)
Você faz uma bagunça organizada dentro de mim
E quando você sair, não fique muito tempo longe Não é bem o tédio que me domina, as coisas perdem o sentido
E quando volta, as duvidas somem. Meu remédio, minha droga.
É Nosso SIIXX, honey. tim tim!

domingo, 11 de dezembro de 2011
Loucura Brilhante
sábado, 10 de dezembro de 2011
Killing
(She) 's Tired.......
(...)
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Make a Memory
Deixa ela la como memoria.
As melhores memorias por favor
As mais intensas, as mais sacanas
Aquelas que nós choramos de rir
E rimos muitas vezes pra não chorar .
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
In-Con-Sequente
Hoje eu to afim de te dar um fim
De te achar em qualquer lugar e te calar
E eu não quero ouvir tua voz
Apenas teus gemidos implorando por mais
Hoje eu to afim te passar dos limites
E não tenho medo do que não pode ser
Hoje eu te faria minha, sem importar as possibilidades.
Hoje eu quebraria tudo, pra te fazer inteira
Me deixaria a zero.
Rmb
Reflexo
Virou-se para o espelho, encarando-se por 11 minutos
Passeou por cada sarda, olhos perdidos até se encararem
De repente o rosto mudara, era outra pessoa do outro lado
Mas que lado?
Há uma hora que tanto praticar esse ato, você não sabe mais a que lado pertence
...Teve vontade de quebrar tudo, destruir...
Mas tem medo da dor, do tamanho do corte
E se acabasse matando a si mesmo?Viveria nulamente, arrependimento
De que lado você está?Cadê seu juízo? Quando vai cair na realidade?
Vamos! Acorde-o ! Mate-o!
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Vermilion
Corriamos nos trilhos arriscando perder a cabeça e todo resto, porque era bom, é bom viver em perigo. Não tinha importancia, somos doentes. Em outra vida erámos hippies.
Eu pulava de galho em galho como um macaco,enquanto isso ela ficava sentada praticando yoga com olhos rubros, me amando e me matando varias vezes em pensamento. Eu, com as pernas agarrando o tronco da arvore, me exibia de ponta a cabeça.. Então ela me emoldurou, mas o que ela não sabia, é que eu tinha a alma mais cansada e desgastada que os olhos. O que o sorriso falso sempre disfarçou. Aparentava forte pq nunca revelada os medos, desejos e sentimentos. Mas que choque! Sempre fui desassossegado escrevendo a sangue em Braille..ah sonho inutil. Desvie o rumo das coisas!
sábado, 3 de dezembro de 2011
Poesia pra cego
"A vida é tão desconhecida e mágica,
dorme às vezes do seu lado...calada"
Hoje estou precisando de uma boa nova
Folheando jornais em desespero procurando tais letras
Hoje eu estive rasgando fotos sem pensar em me arrepender
Eu estive matando vocês..
Desde os tempos primórdios era pra vc saber, eu sou um grande desastre
Me espremer não é uma boa, não é de bom agrado
Ando descoordenado,procurando entradas em saídas
Ando maluco, ando calado
Mas estou feliz.. é.. eu tô feliz.