
Ando bêbado pelas ruas até
a próxima batida. Sempre existirão putas e sempre existirá álcool. Sempre existirá
você pra me assaltar tudo que juntei no tempo que você esteve fora. E eu sempre
vou deixar você levar tudo.
Eu te amo absorto. Não sei o quão abstrato isso é,
mas eu fico mudo e cego sim. Crash! Seu abraço é sufocante. Por que me deixa
com um ultimo suspiro?
Mata-me logo, leva todo meu dinheiro. O ódio já é primoroso.
Tudo começou no meio de tuas pernas. Não sei realmente quando esse jogo virou
contra o feiticeiro. Foi uma falha moral. Mas eu poderia te matar, mas não sei
por que diabos eu não acho a minha faca.
Constantes pensamentos absortos
continuam vulgares. Nosso amor é vulgar em todos os sentidos da palavra. E você
nem é tão foda assim, não tanto quanto te pinto, meu bem. Um dia te mato, como
matei minha melhor arte. Aquela que você tanto odiava. Aquela que ninguém aguenta nem ouvir o nome. Mas sempre existirão putas, mas você é a minha preferida.
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